sábado, 22 de fevereiro de 2014

A linha de frente: Cabos e Soldados vendings



Essa é a última postagem da trilogia militar onde falamos de estratégias de Escolha de máquinas versus PDVs
Dessa vez, falarei dos nossos Cabos, as RB e SB. Essas máquinas tem um excelente custo x benefício: não dão quase problema, são leves, bonitas, fáceis de manusear, cabem em qualquer lugar e são as mais baratas Beavers do mercado. Pau pra toda obra, trabalham bastante e cumprem bem o seu papel (de serem lucrativas).

E quando escolhê-las? Bom, costumo colocar essas máquinas em locais pequenos (lojas, farmácias, padarias) e/ou onde as pessoas que frequentam são quase sempre as mesmas. Nesse caso, inclusive, é bom sempre trocar o produto para continuar gerando interesse. Elas funcionam muito bem em dupla e em grupo, nesse último caso, como batedores, fazendo a escolta e dando cobertura para máquinas de maior patente ou com similares em racks em shopping e supermercados.


MAS, essa postagem vai falar também de um outro tipo de máquina, que eu considero como o soldado, mais precisamente...o soldado chinês! Vocês sabem que eu nunca simpatizei com as chinesinhas, sempre declarei e justifiquei minha preferência pelas canadenses da Beaver. O fato é que ano passado eu tive uma conversa com um colega nosso, operador, que foi decisiva pra eu dar o braço a torcer.
  
Ele me disse que estava importando 400 máquinas da China. A princípio, eu achei que ele fosse revendê-las, até porque, sabia de sua preferência por Beavers

- Não, vou operá-las! vão trabalhar pra mim. Já tenho 250 desse modelo e agora comprarei mais 400.
- Mas cara, essas máquinas são bem inferiores a Beaver, travam ou engolem moedas de vez em quando. Não eras tu que só trabalhava com Beaver?
- E continuo. Tenho 350 Beavers nos melhores pontos da cidade e comprarei mais, sempre que achar que um ponto precisa de uma. Essas chinesas são pra marcar território, sabe? Tenho usado essa estratégia e tem funcionado. Coloco as Beavers nos melhores pontos e as chinesas eu coloco quase que aleatoriamente pela cidade. A médio prazo elas vão se pagando.

Ele ainda me contou algumas outras coisas que fazem essa estratégia dar certo:
  • Importando direto, consegue um preço muito baixo
  • Quando a máquina dá problema ou trava, ele pede pra cobrir a máquina ou retirá-la da frente da loja e só faz o reparo ou substituição no dia da coleta.
  • Só faz a coleta 1 ou 2 x por mês.
  • Coloca produtos mais baratos ou as sobras de estoque para vender.

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Resumindo: se você já tem todos os pontos bons e um ótimo faturamento, pode pensar em espalhar as MBs ou POs (algumas marcas dos soldados expatriados) pela cidade e demarcar seu espaço. Pelo menos assim, você conquista todos os territórios e vai eliminando os exércitos adversários. Se eu fosse vocês, tratava logo de trocar aquele tabuleiro de WAR velho, em baixo da cama, pelo mapa da cidade.

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Para ver as outras duas postagens dessa trilogia, clique aqui e aqui.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013


Um FELIZ NATAL para os leitores e amigos do BLOG. Desejo que vocês realizem seus sonhos em 2014 e que nosso mercado se estabeleça cada vez mais no Brasil (e que o Dolar abaixe também).

Great suprises in 2014, please Santa Claus

Grande abraço e boas festas pra nós, pois nossas meninas não tem recesso.

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sábado, 2 de novembro de 2013

O Coronel Bolão

O Bolão tem uma patente alta também. No meu caso, é um oficial importantíssimo no exército de vending machines. Ele se destaca das outras máquinas e é imponente em qualquer lugar que atue.


Tenho alguns critérios pra escolher o Bolão e não uma outra máquina. E esses critérios são aplicados a partir da análise do local onde quero colocá-lo: É um local de passagem? muito poluído visualmente? há concorrentes nas proximidades?
Os pontos de passagem são, no geral, ótimos pontos para vendings, mas dependendo da característica do local, as pessoas podem não notá-las. O Bolão dificilmente passa despercebido, é visto de longe e chama a atenção. 
Também o coloco em lugares de alta poluição visual. Por exemplo, um de meus Coronéis está uma galeria. Só no corredor onde está, há uma livraria, 2 cafés, um salão de beleza, várias lojas, inclusive de brinquedos, cartazes, painéis, muitas pessoas, panfleteiros e vendedores distribuindo amostras grátis. Sinistro! Pois é, para esse tipo de lugar, só um Corona casca-grossa (ou um monte de vendings juntas) pra chamar a atenção. 
E por último, quando há concorrência por perto. O bolão faz valer a sua patente e é sempre a preferência dos clientes, justamente porque além do produto, oferece a experiência de ver a bolinha descendo no espiral.
Há Bolões pequenos médios e grandes. Pra mim, a escolha do tamanho é diretamente proporcional à "missão" que ele vai enfrentar. O pequeno custa, no nosso mercado, a partir de R$ 1.100,00.

Respeita o moço!

Ainda há duas coisas bem interessante sobre o Bolão:
  1. O faturamento pode ser até 40% a mais do que uma máquina pequena. O motivo é justamente a experiência que ele proporciona.
  2. Geralmente dá conta do recado sozinho - sem dobradinha ou rack com várias vendings.


E vocês, trabalham com o Coronel? O que acham?

Abraço.